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RECEITA PARA AMAR UMA GORDINHA

(Autor: JP Veiga )

Para se amar uma gordinha, antes de mais nada
Faz-se necessário achá-la!
Não, não se acham gordinhas por aí!
Gordinhas são como um vinho muito raro,
Fruto de uma colheita precisa,
No tempo certo,
Da uva perfeita,
Da maturação exata.

Procure, converse com quem sabe,
Peça ajuda a quem tem!
E com toda a calma, achando uma,
Com o coração na mão,
Declare-se apaixonadamente!

Uma vez resolvido este problema,
Trate de aprender algumas coisas:
A diferença entre a sacarose e a sacarina,
Entre um almoço e um lanchinho,
Mas, principalmente,
Aprenda a diferenciar,
O "amor vamos comer uma coisinha!"

Do "amor", vamos fazer uma boquinha!"

Procure não misturar,
O ato com o prato,
O teso com o peso,
O come com a fome,
E trate de viver feliz e em paz!
 
As "gorduchas" simbolizam mulheres cheias de coisas por dentro, coisas para dar: sensualidade, carícias, ternura - são qualidades que as mulheres têm...ah!!!! meu Deus!!, porque quanto mais os homens conhecem as mulheres menos as conseguem perceber?. A mulher é um ser muito bonito, até consegue ter filhos, coisa que os homens não são capazes.
Há toda uma beleza na mulher. Homens e mulheres são seres diferentes, mas a mulher, penso eu, tem algo mais de diferente, e isso é o meu fascínio. Ela tem algo mais que muitos estão a tentar descobrir ..... talvez morram sem conseguir descobrir essa essência que tanto os fascina.

 



Escrito por Carol às 10h54
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UMA VISÃO HISTORICO-ANTROPOLOGICA
BEM HUMORADA

A saber, o Brasil foi conquistado e colonizado pelos portugueses. Este povo teve em suas terras, a Península Ibérica - onde também está a Espanha - a presença da cultura árabe muçulmana por aproximadamente 700 anos. Portanto, até mesmo em nossa língua há elementos da cultura árabe como, por exemplo, alguns radicais que formam determinadas palavras (alface, algodão, almofada, etc). Também há elementos árabes em nossa música, como alguns ritmos nordestinos e até o uso do pandeiro. Os números que usamos chegaram ao Ocidente através dos mesmos árabes, que até mostraram o conceito do zero, que não havia na Europa até os séculos XI/XII. Como o tempo foi enorme, os aspectos sociais de todos níveis foram influenciados. Por exemplo, a palavra “moreno” deriva de mouro, uma denominação também dada aos árabes, e que tem a pele mais escura. Neste tempo, a mulher que era tida como “símbolo sexual” era provida de formas bem generosas.
Entendamos que, neste mesmo período, comer era quase um luxo e quem tinha formas mais generosas, em especial as mulheres, eram as que demonstravam ter mais saúde. Ao mesmo tempo, as coxas grossas, ancas largas e seios fartos mostravam que seria boa para gerar herdeiros. Portanto, a figura da mulher com formas generosas foi passada para nós via Portugal. Não é a obesidade, mas aquela forma cheinha. Sabemos que todo brasileiro é cachorrão, mas não é cachorro. Quem gosta de osso é cachorro. Brasileiro gosta de ter o que apertar. Em resumo: 75cm de cintura não é sinal de ser gorda, mas de ser desejada - mesmo que isto não seja dito explicitamente.
O pior xingamento que uma mulher pode receber é ser chamada de gorda. E isto, as mulheres sabem fazer com maestria. Vocês já perceberam como há um prazer enorme em uma mulher ao se referir a alguma outra mulher, geralmente uma “desafeta”, dizendo que ela é gorda? A coisa é tão forte que há meninas que ao ingerirem uma folha de alface, depois ficam pensando que engordarão. Vão contra toda nossa história. Se insurgem contra a presença de elementos não-cristãos em nossa cultura. Ora, a palavra “alface” tem origem entre os árabes muçulmanos.
Aí, como só os portugueses souberam fazer, para deleite dos brasileiros de hoje, trouxeram para cá os quimbundos. Uma nação africana cuja derrière (gostaram do galicismo?) era abundante, se é que me entendem. Dos quimbundos, mais especificamente das quimbundas, nós preferimos esquecer a primeira sílaba e observar descaradamente as duas últimas. Segundo alguns lingüistas (sem trocadilho, ok?) as duas últimas sílabas da denominação para o gênero feminino da citada nação africana é tão marcante, que hoje é denominação quase mundial para a também citada derrière.
E como é sabido, Deus é brasileiro. Ele juntou tudo isso aqui nesta terra maravilhosa que em se plantando tudo dá. Vejam que mistura maravilhosa ele nos proporcionou: mulheres com formas generosas e donas de apetrechos delirantes.
O quadro que ilustra este artigo é do pintor e escultor colombiano Fernando BoteroUMA VISÃO HISTORICO-ANTROPOLOGICA
BEM HUMORADA

A saber, o Brasil foi conquistado e colonizado pelos portugueses. Este povo teve em suas terras, a Península Ibérica - onde também está a Espanha - a presença da cultura árabe muçulmana por aproximadamente 700 anos. Portanto, até mesmo em nossa língua há elementos da cultura árabe como, por exemplo, alguns radicais que formam determinadas palavras (alface, algodão, almofada, etc). Também há elementos árabes em nossa música, como alguns ritmos nordestinos e até o uso do pandeiro. Os números que usamos chegaram ao Ocidente através dos mesmos árabes, que até mostraram o conceito do zero, que não havia na Europa até os séculos XI/XII. Como o tempo foi enorme, os aspectos sociais de todos níveis foram influenciados. Por exemplo, a palavra “moreno” deriva de mouro, uma denominação também dada aos árabes, e que tem a pele mais escura. Neste tempo, a mulher que era tida como “símbolo sexual” era provida de formas bem generosas.
Entendamos que, neste mesmo período, comer era quase um luxo e quem tinha formas mais generosas, em especial as mulheres, eram as que demonstravam ter mais saúde. Ao mesmo tempo, as coxas grossas, ancas largas e seios fartos mostravam que seria boa para gerar herdeiros. Portanto, a figura da mulher com formas generosas foi passada para nós via Portugal. Não é a obesidade, mas aquela forma cheinha. Sabemos que todo brasileiro é cachorrão, mas não é cachorro. Quem gosta de osso é cachorro. Brasileiro gosta de ter o que apertar. Em resumo: 75cm de cintura não é sinal de ser gorda, mas de ser desejada - mesmo que isto não seja dito explicitamente.
O pior xingamento que uma mulher pode receber é ser chamada de gorda. E isto, as mulheres sabem fazer com maestria. Vocês já perceberam como há um prazer enorme em uma mulher ao se referir a alguma outra mulher, geralmente uma “desafeta”, dizendo que ela é gorda? A coisa é tão forte que há meninas que ao ingerirem uma folha de alface, depois ficam pensando que engordarão. Vão contra toda nossa história. Se insurgem contra a presença de elementos não-cristãos em nossa cultura. Ora, a palavra “alface” tem origem entre os árabes muçulmanos.
Aí, como só os portugueses souberam fazer, para deleite dos brasileiros de hoje, trouxeram para cá os quimbundos. Uma nação africana cuja derrière (gostaram do galicismo?) era abundante, se é que me entendem. Dos quimbundos, mais especificamente das quimbundas, nós preferimos esquecer a primeira sílaba e observar descaradamente as duas últimas. Segundo alguns lingüistas (sem trocadilho, ok?) as duas últimas sílabas da denominação para o gênero feminino da citada nação africana é tão marcante, que hoje é denominação quase mundial para a também citada derrière.
E como é sabido, Deus é brasileiro. Ele juntou tudo isso aqui nesta terra maravilhosa que em se plantando tudo dá. Vejam que mistura maravilhosa ele nos proporcionou: mulheres com formas generosas e donas de apetrechos delirantes.

O quadro que ilustra este artigo é do pintor e escultor colombiano Fernando Botero.



RECEITA PARA AMAR UMA GORDINHA




Escrito por Carol às 10h48
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